É difícil me iludir, porque não costumo esperar muito de ninguém. Odeio dois beijinhos, aperto de mão, tumulto, mgente burra e que não sabe mentir direito. Não puxo saco de ninguém. Confio e me apego com uma facilidade extrema a tudo e a todos, mesmo sem querer, mesmo sem poder. Não faço amizades por conveniência, não sei rir se não estou achando graça, não atendo o telefone se não estou com vontade de conversar. Decidida: tudo o que se começa, se termina. Tudo o que não se deve terminar, jamais é começado. E por fim: defeitos e qualidades fazem parte da minha realidade. Simples ou apenas o começo
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